Apr
7
Textos: “gostar de…”
20:40 • Tags: amor, Desejos, gostar, metro, Sensações, sentimentos, Textos | Comente
Hoje é um daqueles dias em que estou tão cansado, mas tão cansado, que até as movimentações no teclado são conscientes. Daí estar apenas e só a arrumar as minhas prateleiras digitais. No meio dessas arrumações encontrei este texto do Fernando Alvim no jornal Metro a 13 de Dezembro de 2007.
Fica no arquivo pois na altura - como hoje quando o reli - gostei.

Mar
30
Se olharmos com alguma atenção para a nossa existência poderíamos dizer que a vida é passível de ser representada por uma sinusóide com amplitude e períodos dinâmicos. Temos os nossos tão já conhecidos “altos e baixos” de uma forma intermitente durante períodos variáveis.
Hoje, deixando-me acompanhar pela programação domingueira enquanto trabalhava, senti que alguém o tinha enviado ao meu encontro. Viktor Navorski apareceu ao meio tarde perdido num terminal de aeroporto. A lembrança do nosso primeiro encontro ainda estava viva e eu sorri. A história rola num ambiente que apela ao sorriso, ao sorriso terno. Vemos o quanto nos podem puxar para baixo, o quanto nos podem enterrar, calcar e, o pior de tudo, o quanto se podem esquecer de nós.
Por entre a moral de toda esta história patusca salta a dúvida: Será que as pessoas têm medo de nós quando somos bons? Será que o nosso referencial social está tão deslocado que a bondade assusta?
Mas a esperança vive. E, apesar de tudo, devemos acreditar na nossa matriz, e, apesar de tudo o que possam dizer, que o que há de bom em nós vale mais do que tudo isso.
Porque a nossa palavra vale muito, o nosso carácter é inestimável e a nossa esperança está nos nossos Gupta, nas nossas Amelia.
E sim, todos nós esperamos por alguma coisa.
Jan
19
Hoje pensei em ter o escritório em paredes recheadas por quadradinhos pintados com personagens risonhas, piadas, histórias e aventuras.
Um dia tenho que fazer isso.
Jan
14
Eu era jovem. Nunca tinha bebido café ou provado lasanha, mas ele era o maior. Com o pessoal da quinta as coisas começaram a rolar mais aceleradas e estreou o Garfield and Friends, em 1988.
Letra do genérico (encontrada algures na web):
Friends are there,
To help you get started,
To give you a push on your way!Friends are there,
To turn you around,
Get your feet on the ground for a brand new day!To pick you up when you’re down! Boom! Boom!
To help you swallow your pride,
When somethin’ inside’s
Gotta break on through to the other side!Friends are someone you can open up to,
When ya feel like you’re ready to flip!
When you’ve got….the world on your shoulders,
Friends are there to give you a tip!Friends are there when you need them,
They’re even there when you don’t,
For a walk in the park,
Or a shot in the dark,
Friends are there….
“I don’t care”….
But friends will care….for you!
Depois, com o início da 3ª temporada, o genérico agitou-se um pouco com aquele que é hoje o meu toque de telemóvel.
Letra do genérico (encontrada algures na web):
We’re…..ready….to….party!
We’re ready to party, we’re ready
I hope you bring lots of spaghetti (I’m scared!)
Come on in! Come to the place where fun never ends!
Come on in, it’s time to party, with Garfield and friends
Dancing, fiesta, Oh Nancy!
Siesta, samba, la bamba… I karamba!!!
Disguises… surprises… and pies of… all sizes!!!
Come on in! Come to the place where fun never ends!
Come on in. It’s time to party with Garfield and Friends
Come on in. It’s time to party with Garfield and friends
Garfield and friends!
Se algum tiverem conhecimento que isto sai para o mercado em DVD Zona 2, por favor, peço-vos, digam-me onde é que o viram!
Dec
17
Acabar com a pobreza: não subsidie, invista!
16:20 • Tags: comunidade, Desejos, investimento, kiva, Solidariedade | Comente
Se derem uma espreitadela verão que neste momento 25$ dólares não são tanta coisa quanto isso.
Em muitas das conversas que tenho sobre as questões sociais que tanto nos afectam costumo abordar aquela faceta de: “não podemos habituar as pessoas em dificuldades a viver de subsídios, temos que as ajudar a crescer, a andar pelo seu próprio pé”.
Isto vem na lógica do objectivo da tal última missão do jogo FOOD FORCE de que falei aqui numa entrada anterior.

Pois bem, as redes sociais trazem essa oportunidade. A pobreza pode ser combatida com investimento e não com subsídios e nós todos podemos ajudar emprestando dinheiro. Basta recorrer às novas plataformas que temos disponíveis. O KIVA é uma delas.
Tomei conhecimento da iniciativa com base num artigo do Público de 29 de Novembro em que se fala da catapulta que o projecto tem tido nos últimos tempos com apoios, por exemplo, do Bill Clinton no seu último livro Giving. Trata-se de uma rede social de microcrédito à escala mundial em que qualquer um de nós pode emprestar dinheiro para ajudar a colocar em marche pequenas iniciativas comerciais que, muitas vezes, podem ajudar a dar um grande salto na dinâmica económica local das populações.
Entretanto já verifiquei outras fontes noticiosas como o artigo no NY Times, dois artigos na BBC e outro na Businessweek. O projecto está muito bem cotado.
Já agora, espreitem as estatísticas do projecto. Os empréstimos podem ser efectuados através de cartão de crédito mas, tendo em conta que o PayPal é um parceiro oficial do KIVA, parece-me que essa será a melhor forma de participar. A devolução do dinheiro que colocarem fica assim facilitada.
No entretanto posso dizer-vos que eu já sou um financiador. Investi no Peru, na criação de artesanato e na Indonésia, onde um grupo de agricultores se prepara para arrancar com uma iniciativa pecuária. Os dois projectos já conseguiram o financiamento de que precisaram e agora é esperar. Prometo que em 2008 vos trarei novidades sobre estes meus investimentos sociais.
E apetece-me dizer: Vamos lá tentar fazer deste mundo um mundo melhor!
P.S.: Não devemos esquecer que o Prémio Nobel da Paz de 2006 foi entregue a Muhammad Yunus e ao Grameen Bank pelos seus esforços no desenvolvimento do sistema de microcrédito.

