Apr
12
Desabafo tecno-surrealista…
14:27 • Tags: desabafos, Sensações, tecnologia, Textos | Comente
Neste momento apetecia-me encarnar aquela postura da taberna dos antigos westerns. Tenho imensa pena que o compilador não seja um tipo feito e mal-cheiroso que se possa convidar para andar ao tabefe na estrada poeirenta de uma qualquer vila no oeste.
Esta pequena parcela de código é feia. Hoje até lhe sinto o cheiro e, quanto aos tabefes, confesso que a vontade de lhe dar uns quantos é mais que muita.
Apr
11
As últimas semanas têm sido ricas em notícias e histórias que me lavem a franzir o sobreolho e dizer “ah?”. Gosto das possibilidades que as tecnologias nos oferecem e aprecio o grau de interactividade que é possível experimentar.
Infelizmente, perante essas tais histórias mais recentes - nem vale a pena enumerar - os silêncios nocturnos ganham como que uma densidade saborosa adoçada pelos livros que se podem ler. Parece que a vontade de me abstrair do mundo é cada vez maior.
A reflexão escrita hoje no bitaites sobre estes contextos que me passam pela mente é uma ilustração representativa do que penso. Cheia de razão e de verdade, o texto contibui com mais argumentos para a minha actual análise pessimista sobre o futuro.
Começo a ficar farto de tanta estupidez… será que a malta nova perdeu os sentidos?
Apr
7
Textos: “gostar de…”
20:40 • Tags: amor, Desejos, gostar, metro, Sensações, sentimentos, Textos | Comente
Hoje é um daqueles dias em que estou tão cansado, mas tão cansado, que até as movimentações no teclado são conscientes. Daí estar apenas e só a arrumar as minhas prateleiras digitais. No meio dessas arrumações encontrei este texto do Fernando Alvim no jornal Metro a 13 de Dezembro de 2007.
Fica no arquivo pois na altura - como hoje quando o reli - gostei.

Mar
30
Se olharmos com alguma atenção para a nossa existência poderíamos dizer que a vida é passível de ser representada por uma sinusóide com amplitude e períodos dinâmicos. Temos os nossos tão já conhecidos “altos e baixos” de uma forma intermitente durante períodos variáveis.
Hoje, deixando-me acompanhar pela programação domingueira enquanto trabalhava, senti que alguém o tinha enviado ao meu encontro. Viktor Navorski apareceu ao meio tarde perdido num terminal de aeroporto. A lembrança do nosso primeiro encontro ainda estava viva e eu sorri. A história rola num ambiente que apela ao sorriso, ao sorriso terno. Vemos o quanto nos podem puxar para baixo, o quanto nos podem enterrar, calcar e, o pior de tudo, o quanto se podem esquecer de nós.
Por entre a moral de toda esta história patusca salta a dúvida: Será que as pessoas têm medo de nós quando somos bons? Será que o nosso referencial social está tão deslocado que a bondade assusta?
Mas a esperança vive. E, apesar de tudo, devemos acreditar na nossa matriz, e, apesar de tudo o que possam dizer, que o que há de bom em nós vale mais do que tudo isso.
Porque a nossa palavra vale muito, o nosso carácter é inestimável e a nossa esperança está nos nossos Gupta, nas nossas Amelia.
E sim, todos nós esperamos por alguma coisa.
Mar
28
Inquietações
21:41 • Tags: introspecções, Sensações, Textos | Comente
Sinto no ar qualquer coisa que a que não fico indiferente. O sonho tem estado agitado e confuso, o olhar perde-se em pensamentos que procuram perceber o que rodeia. Talvez seja esse o meu calcanhar de Aquiles… talvez essa força directriz que impele a tudo perceber seja uma fraqueza. E a dúvida estabelece-se. Queria paz.
Tantas inquietações…
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